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A gente muda, seu moço.

thumbnail_hjklDeixamos de gostar de leite e passamos a gostar de café, paramos de frequentar aquela pizzaria e começamos a frequentar um restaurante, não passamos mais por aquele caminho porque conhecemos outro, não falamos mais com ciclano porque percebemos que ele não é quem aparentava e então começamos a falar com beltrano. E assim vamos indo.

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Começamos a mostrar quem realmente somos.

O círculo de amizade muda e consequentemente diminui, os planos que fizemos são desfeitos e as certezas se tornam dúvidas. Notamos que sentir muito nem sempre é bom e por isso tentamos sentir menos que de costume,  mas não dá porque essência não muda, prevalece.

Nos forçamos a colocar uma rolha na nossa mina d’água porque transbordamos e transbordar se torna ruim num lugar onde quase todos são rasos e não sabem/não querem nadar. A rolha sufoca, mas mesmo assim deixamos ela lá, na esperança de um dia nos acostumarmos a sermos rasos também.

Passamos a falar menos e sentir mais. Sentir pelo mundo todo e um pouco mais.

O círculo de amizade não para de diminuir, ele diminui até percebermos que podemos contar só com nós mesmos.

Antes desejávamos sentir mais, hoje desejamos sentir menos.

(…) Ah moço, a gente muda. E nem sempre essa mudança é para melhor…

-Thaís Cardoso

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